| Acre capacita rede de combate à violência contra mulher | | |
sexta-feira, 26 de março de 2010
ACONTECE NO ACRE
domingo, 21 de março de 2010
ACONTECE NO CEARA
20/03/2010 (08:23)
VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: JUÍZA FALA SOBRE AUMENTO NO NÚMERO DE AUDIÊNCIAS
Por: Luciano Augusto
http://www.cearaagora.com.br/ver_news.asp?cod=21272
VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: JUÍZA FALA SOBRE AUMENTO NO NÚMERO DE AUDIÊNCIAS
Por: Luciano Augusto
O Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Fortaleza realizou, nos dois primeiros meses de 2010, 630 audiências criminais. A estatística representa 64% a mais que o mesmo período de 2009, quando foram registradas 384 audiências, que envolvem denúncias da prática dos mais diversos tipos de violência doméstica e familiar contra a mulher.
Em entrevista ao jornal Alerta Geral neste sábado (20), a titular do Juizado, Rosa Mendonça, esclarece que o aumento das denúncias aconteceu, pois as mulheres estão perdendo o medo de fazê-las.
acontece em joao pessoa
Atividades do mês da mulher vão
ao Mercado Central neste sábado
10h30 19/03/2010Uma ação de intervenção educativa, informativa e cultural sobre os direitos da mulher marcará a manhã deste sábado (20), no Mercado Central. A ação faz parte da programação do "Mês da Cidadania Ativa para as Mulheres" que levará ao local serviços de saúde e informações sobre a Lei Maria da Penha e violência contra a mulher.
Para esta atividade está programada uma intervenção de teatro de rua com o grupo Soluar, intitulada "Marcas do Dia a Dia". O espetáculo aborda a temática da violência contra a mulher, mostrando à população que estiver no mercado de que forma acontece esse tipo de agressão e como procurar ajuda.
No local também estará disponível os serviços de teste rápido de HIV Aids, da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e do Centro de Referência da Mulher Ednalva Bezerra, orientando sobre tipos de violência e serviços de referência para o atendimento às mulheres vítimas de violência.
Mês da Cidadania Ativa para as Mulheres - Dentro da programação do Mês da Mulher ainda estão previstas oficinas sobre Direitos Sexuais e Reprodutivos nos Distritos Sanitários, palestras com estudantes universitários, Roda de Diálogos, Plenária Temática do Orçamento Democrático sobre as Mulheres, além de atividades culturais nas praças e no Clube da Pessoa Idosa. A programação completa pode ser conferida no portal da Prefeitura Municipal de João Pessoa (www.joaopessoa.pb.gov.br).
marcha de campinas a sao paulo
19 de março de 2010
Mulheres marcham por direitos
Na quarta-feira, 17, as componentes da terceira ação da Marcha Mundial das Mulheres chegaram a Osasco. Ficaram alojadas no Metalclube e nos clubes dos Sargentos e da Polícia Militar, onde realizaram trabalhos de formação e travaram diálogo com a comunidade sobre reivindicações do movimento feminista, entre os quais serviços públicos, paz, desmilitarização e fim da violência contra as mulheres. O prefeito Emidio de Souza as saudou pessoalmente.
No dia seguinte, 2.500 mulheres foram levadas de trem até São Paulo, para o ato de encerramento da marcha, na praça Charles Müller, no Pacaembu.
O diálogo com a comunidade foi estabelecido principalmente na tarde de quinta-feira, quando caminharam pelas ruas do Jardim Rochdale sob o som do maracatu dos jovens da Associação Eremim, entidade apoiada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região.
A marcha saiu de Campinas, no Dia Internacional da Mulher, 8 de março.
Para Conceição Dantas, da Coordenação Nacional da Marcha Mundial da Mulher, do Rio Grande do Norte, o movimento visa não só conquistas como fim da violência contra a mulher, mas objetiva também o básico: “se tivéssemos mais creches de qualidade no Brasil, por exemplo, as mulheres com certeza teriam melhoras e chances de crescer no mercado de trabalho”.
“A gente sentiu uma abertura muito grande, principalmente das mulheres”, avaliou Sarah Moreira, de Fortaleza (CE).
http://www.visaooeste.com.br/cidades/329_mulheres_marcham_por_direitos.html
Mulheres marcham por direitos
| Romulo Fasanaro Filho | ||
| Nas ruas do Rochdale, jovens da Associação Eremim deram o tom, com o som do maracatu | ||
No dia seguinte, 2.500 mulheres foram levadas de trem até São Paulo, para o ato de encerramento da marcha, na praça Charles Müller, no Pacaembu.
O diálogo com a comunidade foi estabelecido principalmente na tarde de quinta-feira, quando caminharam pelas ruas do Jardim Rochdale sob o som do maracatu dos jovens da Associação Eremim, entidade apoiada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região.
A marcha saiu de Campinas, no Dia Internacional da Mulher, 8 de março.
Para Conceição Dantas, da Coordenação Nacional da Marcha Mundial da Mulher, do Rio Grande do Norte, o movimento visa não só conquistas como fim da violência contra a mulher, mas objetiva também o básico: “se tivéssemos mais creches de qualidade no Brasil, por exemplo, as mulheres com certeza teriam melhoras e chances de crescer no mercado de trabalho”.
“A gente sentiu uma abertura muito grande, principalmente das mulheres”, avaliou Sarah Moreira, de Fortaleza (CE).
http://www.visaooeste.com.br/cidades/329_mulheres_marcham_por_direitos.html
sábado, 20 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
ABORTO E VIOLENCIA
Mulheres pedem fim da violência e legalização do aborto em marcha que passou por dez cidades de São Paulo
Agência Brasil
Publicação: 18/03/2010 20:02
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/03/18/brasil,i=180666/MULHERES+PEDEM+FIM+DA+VIOLENCI
Agência Brasil
Publicação: 18/03/2010 20:02
São Paulo - Com um ato político em frente ao Estádio do Pacaembu, em São Paulo, cerca de 3 mil mulheres de várias partes do Brasil e de vários movimentos sociais encerraram a participação na Marcha Mundial das Mulheres, que teve início no dia 8 de março, com uma caminhada saindo de Campinas (SP).
A intenção das mulheres, que passaram por nove cidades até chegar à capital paulista, foi chamar a atenção para o papel da mulher na sociedade, centrando as reivindicações em quatro temas: a autonomia econômica, a paz e desmilitarização, a não violência contra a mulher e a contrariedade à privatização dos serviços e bens públicos. Entre os principais temas reivindicados estavam a legalização do aborto, a realização da reforma agrária e o fim da violência contra a mulher.
“A manifestação é a prova de que o feminino não está morto. Está muito vivo. E as mulheres precisam somar suas forças. Acredito que saindo daqui vamos estar muito mais fortalecidas para a luta das mulheres”, disse Carmen Foro, da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), que ressaltou que uma das principais lutas das brasileiras hoje é com relação à questão da violência.
“A cada quinze segundos uma mulher é violentada pelo pai, pelo marido ou pelos filhos. E hoje estamos chamando a atenção do mundo sobre essa marcha”, disse Claudinéia Santos Cruz, do Conselho Municipal do Direito das Mulheres de Santo André (SP).
Com camisetas roxas, a cor do movimento feminista, as mulheres chegaram por volta das 15h45 na capital, num trem que veio da cidade de Osasco (SP) e parou na Estação Barra Funda. De lá, a caminhada seguiu para o Pacaembu. Em cada cidade por onde passaram, as mulheres participaram de cursos e atividades de formação com temas como saúde da mulher, economia solidária, reforma agrária, agroecologia e direito ao aborto.
A técnica em higiene dental Railene Ribeiro Cardoso saiu de Belém (PA) para participar da marcha em São Paulo pela primeira vez. Segundo ela, a ideia agora é transferir o conhecimento adquirido e as histórias acumuladas durante todo o trajeto da marcha para os netos. “Quero levar um amanhã melhor para meus netos e netas e que eles tenham conscientização de que a mulher deve ser valorizada”, afirmou.
A marcha é parte de um ato internacional que vai terminar em uma grande mobilização no dia 17 de outubro, na República Democrática do Congo.
A intenção das mulheres, que passaram por nove cidades até chegar à capital paulista, foi chamar a atenção para o papel da mulher na sociedade, centrando as reivindicações em quatro temas: a autonomia econômica, a paz e desmilitarização, a não violência contra a mulher e a contrariedade à privatização dos serviços e bens públicos. Entre os principais temas reivindicados estavam a legalização do aborto, a realização da reforma agrária e o fim da violência contra a mulher.
“A manifestação é a prova de que o feminino não está morto. Está muito vivo. E as mulheres precisam somar suas forças. Acredito que saindo daqui vamos estar muito mais fortalecidas para a luta das mulheres”, disse Carmen Foro, da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), que ressaltou que uma das principais lutas das brasileiras hoje é com relação à questão da violência.
“A cada quinze segundos uma mulher é violentada pelo pai, pelo marido ou pelos filhos. E hoje estamos chamando a atenção do mundo sobre essa marcha”, disse Claudinéia Santos Cruz, do Conselho Municipal do Direito das Mulheres de Santo André (SP).
Com camisetas roxas, a cor do movimento feminista, as mulheres chegaram por volta das 15h45 na capital, num trem que veio da cidade de Osasco (SP) e parou na Estação Barra Funda. De lá, a caminhada seguiu para o Pacaembu. Em cada cidade por onde passaram, as mulheres participaram de cursos e atividades de formação com temas como saúde da mulher, economia solidária, reforma agrária, agroecologia e direito ao aborto.
A técnica em higiene dental Railene Ribeiro Cardoso saiu de Belém (PA) para participar da marcha em São Paulo pela primeira vez. Segundo ela, a ideia agora é transferir o conhecimento adquirido e as histórias acumuladas durante todo o trajeto da marcha para os netos. “Quero levar um amanhã melhor para meus netos e netas e que eles tenham conscientização de que a mulher deve ser valorizada”, afirmou.
A marcha é parte de um ato internacional que vai terminar em uma grande mobilização no dia 17 de outubro, na República Democrática do Congo.
quarta-feira, 17 de março de 2010
Apelo - Fraco poder de compras de chefes de famílias
16-03-2010 13:37
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Fraco poder de compras influencia violência doméstica
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/sociedade/2010/2/11/Fraco-poder-compras-influencia-violencia-domestica,
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Fraco poder de compras influencia violência doméstica
Luanda - O director do departamento de autos estudos e formação avançada da Universidade Jean Piaget de Angola, Manuel Correia, disse hoje, em Luanda, que o fraco poder de compras de chefes de famílias pode influenciar no aumento de casos de violência doméstica no país.
De acordo com o responsável, apesar do esforço do governo em garantir emprego aos cidadãos, muitos ainda vivem no desemprego, por varias razões como a falta de uma qualificação profissional e académica, bem como de oportunidade.
O académico defendeu a importância de se continuar a trabalhar na sensibilização da população nos mercados, nas comunidades e em instituições públicas, bem como distribuir cartazes com informações sobre as consequências que a violência doméstica pode causar no seio da família.
“Existem homens formados e com uma posição social aceitável na sociedade que praticam a violência nos lares e na comunidade, transmitindo maus exemplos aos mais novos e demonstrando a falta de dignidade da pessoa humana”, considerou.
Entre as causas mais frequentes da violência doméstica no país, o docente universitário apontou problemas psíquicos não identificados, económicos (baixos salários), condições sociais, desemprego e o fraco poder de compra dos responsáveis de famílias.
http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/sociedade/2010/2/11/Fraco-poder-compras-influencia-violencia-domestica,
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