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VOCE ACHA CORRETO O ESTADO INTERFERIR NA FAMILIA(INTRAMUROS)?

sexta-feira, 26 de março de 2010

ACONTECE NO ACRE

Acre capacita rede de combate à violência contra mulher Imprimir E-mail
Escrito por Edmilson Ferreira   
25-Mar-2010
Curso de advocacy lança as bases do Seminário Internacional de Enfrentamento ao Tráfico de Mulheres

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Durante Seminário, secretária de Desenvolvimento e Segurança Social, Laura Okamura, alerta para a importância da informação para o combate ao tráfico (Foto: Luciano Pontes/Secom)
O Governo do Acre encerra nesta quinta-feira, 25, o 1º Curso de Advocacy voltado à rede de atendimento à violência contra a mulher.  A palavra advocacy vem do inglês "advocate", que significa defender, amparar, apoiar. Nesse sentido, o curso de advocacy reúne o arcabouço de marcos legais, ações e programas visando o enfrentamento à violência contra a mulher em todos os seus níveis.
“Estamos realizando o curso, que é dividido em dois módulos, para 52 responsáveis pelas coordenadorias da mulher das cinco regionais do Acre”, informou Leide Aquino, da Assessoria Especial da Mulher.  As coordenadoras irão replicar o aprendizado em suas jurisdições.
Iniciado nesta quarta-feira, 24, no auditório do antigo Departamento de Ações Básicas em Saúde (Dabs), o curso promove o lançamento do Seminário Internacional de Enfrentamento ao Tráfico Contra Mulheres, que reunirá em Rio Branco representantes do Brasil, Bolívia e Peru no próximo mês de julho para debater ações de conscientização e repressão ao tráfico de mulheres na fronteira binacional do Acre. O seminário faz parte da programação do 2º Fórum Social do Acre, que será realizado entre os dias 19 e 24 daquele mês, com previsão de reunir cerca de 10 mil pessoas para discussão de várias áreas e temas. “Teremos seminários nos municípios de fronteira, os quais serão preparatórios ao seminário internacional”, disse a secretária de Estado de Desenvolvimento e Segurança Social, Laura Okamura.
No Acre, o combate à violência contra a mulher é política de Estado. Muitos avanços já  foram obtidos nos últimos dez anos na questão de gênero e de ações voltadas para as mulheres e as famílias. Para o Governo do Estado, é necessário que a sociedade se mobilize e enfrente questões relacionadas à cultura para que as conquistas sejam ainda maiores. “A proposta é conscientizar mulheres que, por desinformação, elas podem ser possíveis vítimas do tráfico, especialmente as que vivem em região de fronteira”, explicou Laura Okamura. Todos os projetos e ações fazem parte do Pacto Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Mulheres, do qual o Acre é signatário desde 2009.

Atualizado em ( 25-Mar-2010 )
  http://www.agencia.ac.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12173&Itemid=26

domingo, 21 de março de 2010

ACONTECE NO CEARA

20/03/2010 (08:23)
VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: JUÍZA FALA SOBRE AUMENTO NO NÚMERO DE AUDIÊNCIAS

Por: Luciano Augusto

O Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Fortaleza realizou, nos dois primeiros meses de 2010, 630 audiências criminais. A estatística representa 64% a mais que o mesmo período de 2009, quando foram registradas 384 audiências, que envolvem denúncias da prática dos mais diversos tipos de violência doméstica e familiar contra a mulher.
Em entrevista ao jornal Alerta Geral neste sábado (20), a titular do Juizado, Rosa Mendonça, esclarece que o aumento das denúncias aconteceu, pois as mulheres estão perdendo o medo de fazê-las.

http://www.cearaagora.com.br/ver_news.asp?cod=21272

acontece em joao pessoa

Atividades do mês da mulher vão
ao Mercado Central neste sábado

10h30 19/03/2010
Uma ação de intervenção educativa, informativa e cultural sobre os direitos da mulher marcará a manhã deste sábado (20), no Mercado Central. A ação faz parte da programação do "Mês da Cidadania Ativa para as Mulheres" que levará ao local serviços de saúde e informações sobre a Lei Maria da Penha e violência contra a mulher.
Para esta atividade está programada uma intervenção de teatro de rua com o grupo Soluar, intitulada "Marcas do Dia a Dia". O espetáculo aborda a temática da violência contra a mulher, mostrando à população que estiver no mercado de que forma acontece esse tipo de agressão e como procurar ajuda.
No local também estará disponível os serviços de teste rápido de HIV Aids, da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e do Centro de Referência da Mulher Ednalva Bezerra, orientando sobre tipos de violência e serviços de referência para o atendimento às mulheres vítimas de violência.
Mês da Cidadania Ativa para as Mulheres - Dentro da programação do Mês da Mulher ainda estão previstas oficinas sobre Direitos Sexuais e Reprodutivos nos Distritos Sanitários, palestras com estudantes universitários, Roda de Diálogos, Plenária Temática do Orçamento Democrático sobre as Mulheres, além de atividades culturais nas praças e no Clube da Pessoa Idosa. A programação completa pode ser conferida no portal da Prefeitura Municipal de João Pessoa (www.joaopessoa.pb.gov.br).

marcha de campinas a sao paulo

19 de março de 2010
Mulheres marcham por direitos



Romulo Fasanaro Filho
Nas ruas do Rochdale, jovens da Associação Eremim deram o tom, com o som do maracatu  
 
Na quarta-feira, 17, as componentes da terceira ação da Marcha Mundial das Mulheres chegaram a Osasco. Ficaram alojadas no Metalclube e nos clubes dos Sargentos e da Polícia Militar, onde realizaram trabalhos de formação e travaram diálogo com a comunidade sobre reivindicações do movimento feminista, entre os quais serviços públicos, paz, desmilitarização e fim da violência contra as mulheres. O prefeito Emidio de Souza as saudou pessoalmente.

No dia seguinte, 2.500 mulheres foram levadas de trem até São Paulo, para o ato de encerramento da marcha, na praça Charles Müller, no Pacaembu.

O diálogo com a comunidade foi estabelecido principalmente na tarde de quinta-feira, quando caminharam pelas ruas do Jardim Rochdale sob o som do maracatu dos jovens da Associação Eremim, entidade apoiada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região.


A marcha saiu de Campinas, no Dia Internacional da Mulher, 8 de março.
Para Conceição Dantas, da Coordenação Nacional da Marcha Mundial da Mulher, do Rio Grande do Norte, o movimento visa não só conquistas como fim da violência contra a mulher, mas objetiva também o básico: “se tivéssemos mais creches de qualidade no Brasil, por exemplo, as mulheres com certeza teriam melhoras e chances de crescer no mercado de trabalho”.

“A gente sentiu uma abertura muito grande, principalmente das mulheres”, avaliou Sarah Moreira, de Fortaleza (CE).



http://www.visaooeste.com.br/cidades/329_mulheres_marcham_por_direitos.html

sábado, 20 de março de 2010

sexta-feira, 19 de março de 2010

ABORTO E VIOLENCIA

Mulheres pedem fim da violência e legalização do aborto em marcha que passou por dez cidades de São Paulo
Agência Brasil
Publicação: 18/03/2010 20:02

São Paulo - Com um ato político em frente ao Estádio do Pacaembu, em São Paulo, cerca de 3 mil mulheres de várias partes do Brasil e de vários movimentos sociais encerraram a participação na Marcha Mundial das Mulheres, que teve início no dia 8 de março, com uma caminhada saindo de Campinas (SP).

A intenção das mulheres, que passaram por nove cidades até chegar à capital paulista, foi chamar a atenção para o papel da mulher na sociedade, centrando as reivindicações em quatro temas: a autonomia econômica, a paz e desmilitarização, a não violência contra a mulher e a contrariedade à privatização dos serviços e bens públicos. Entre os principais temas reivindicados estavam a legalização do aborto, a realização da reforma agrária e o fim da violência contra a mulher.

“A manifestação é a prova de que o feminino não está morto. Está muito vivo. E as mulheres precisam somar suas forças. Acredito que saindo daqui vamos estar muito mais fortalecidas para a luta das mulheres”, disse Carmen Foro, da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), que ressaltou que uma das principais lutas das brasileiras hoje é com relação à questão da violência.

“A cada quinze segundos uma mulher é violentada pelo pai, pelo marido ou pelos filhos. E hoje estamos chamando a atenção do mundo sobre essa marcha”, disse Claudinéia Santos Cruz, do Conselho Municipal do Direito das Mulheres de Santo André (SP).

Com camisetas roxas, a cor do movimento feminista, as mulheres chegaram por volta das 15h45 na capital, num trem que veio da cidade de Osasco (SP) e parou na Estação Barra Funda. De lá, a caminhada seguiu para o Pacaembu. Em cada cidade por onde passaram, as mulheres participaram de cursos e atividades de formação com temas como saúde da mulher, economia solidária, reforma agrária, agroecologia e direito ao aborto.

A técnica em higiene dental Railene Ribeiro Cardoso saiu de Belém (PA) para participar da marcha em São Paulo pela primeira vez. Segundo ela, a ideia agora é transferir o conhecimento adquirido e as histórias acumuladas durante todo o trajeto da marcha para os netos. “Quero levar um amanhã melhor para meus netos e netas e que eles tenham conscientização de que a mulher deve ser valorizada”, afirmou.

A marcha é parte de um ato internacional que vai terminar em uma grande mobilização no dia 17 de outubro, na República Democrática do Congo.
 
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/03/18/brasil,i=180666/MULHERES+PEDEM+FIM+DA+VIOLENCI

quarta-feira, 17 de março de 2010

Apelo - Fraco poder de compras de chefes de famílias

16-03-2010 13:37
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Fraco poder de compras influencia violência doméstica

Luanda - O director do departamento de autos estudos e formação avançada da Universidade Jean Piaget de Angola, Manuel Correia, disse hoje, em Luanda, que o fraco poder de compras de chefes de famílias pode influenciar no aumento de casos de violência doméstica no país.
 
De acordo com o responsável, apesar do esforço do governo em garantir emprego aos cidadãos, muitos ainda vivem no desemprego, por varias razões como a falta de uma qualificação profissional e académica, bem como de oportunidade.
 
O académico defendeu a importância de se continuar a trabalhar na sensibilização da população nos mercados, nas comunidades e em instituições públicas, bem como distribuir cartazes com informações sobre as consequências que a violência doméstica pode causar no seio da família.
 
“Existem homens formados e com uma posição social aceitável na sociedade que praticam a violência nos lares e na comunidade, transmitindo maus exemplos aos mais novos e demonstrando a falta de dignidade da pessoa humana”, considerou.
 
Entre as causas mais frequentes da violência doméstica no país, o docente universitário apontou problemas psíquicos não identificados, económicos (baixos salários), condições sociais, desemprego e o fraco poder de compra dos responsáveis de famílias.

http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/sociedade/2010/2/11/Fraco-poder-compras-influencia-violencia-domestica,